A carta terminava com uma frase:
**“Agora abra a segunda gaveta do meu antigo escritório.”**
Olhei para o advogado.
Ele assentiu.
A chave estava dentro da caixa.
—
Fomos até o antigo escritório de Russell.
Victoria e Andrew vieram atrás de mim.
O escritório permanecia exatamente como ele havia deixado.
Livros.
Fotografias.
Documentos.
O grande relógio na parede.
Caminhei até a escrivaninha.
A chave abriu uma pequena gaveta escondida.
Dentro havia uma pasta.
O advogado a retirou.
— Russell pediu que eu entregasse isso somente depois que você lesse a carta.
Abri.
E fiquei completamente imóvel.
Não havia uma fortuna inteira.
Havia documentos de uma fundação.
Russell havia transferido uma parte considerável de seus bens para uma organização destinada a financiar bolsas de estudo, abrigos e programas de apoio a mulheres endividadas.
Meu nome estava nos documentos.
— O que é isso?
O advogado respondeu: